sábado, 28 de agosto de 2010
CHAPA CEU ELEGE 18 CANDIDATOS NAS ELEIÇÕES DE TERÇO DO CONSELHO DIRETOR
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Por que eu Voto Chapa Clube de Engenharia Unido?
Por que eu Voto Chapa Clube de Engenharia Unido?
FORÇA TOTAL A RENOVAÇÃO DE NOVOS LÍDERES.
CONTINUAR NA MARCHA ALEGRE E VITORIOSA.
SALVE FRANCIS !
AVANTE !
ROMEU
PORTO DO RIO
domingo, 22 de agosto de 2010
Manifesto dos Engenheiros
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
OS RUMOS JÁ FORAM CORRIGIDOS

Edson Monteiro*
A vontade de estar à frente das realizações é um sentimento político natural. Decorre da energia invisível que leva o homem a se lançar além dos sonhos.
No Clube de Engenharia, como nas demais entidades que reúnem colegas das profissões ditas tecnológicas, não é diferente. Chegam as eleições de renovação do terço do Conselho Diretor do Clube e cinqüenta associados (situação de 2010) apresentam seus compromissos e pedem votos. Tudo normal no contexto democrático que notabiliza a entidade centenária. Todos anunciando o desejo de discutir as questões nacionais e fazer do Clube uma tribuna que se faça ouvir nos gabinetes e nos plenários das grandes decisões.
Nessa normalidade, contudo, há dissonâncias e algumas desafinações. A mais recente, sem que se faça necessário exemplificar — até mesmo para não magoar quem quer que seja — é a menção insistente de uma das Chapas concorrentes, de que seu compromisso é o de corrigir os rumos. Fica flagrante na promessa a intenção de descaracterizar o sucesso da atual gestão, que fez retornar o Clube ao lugar saliente que a ele se impunha de associação de defesa da engenharia e dos engenheiros.
Os rumos, afinal, já foram corrigidos. Desde a vitória da Chapa Clube de Engenharia Unido em 2009, as coisas mudaram. Está de volta a confraternização dos almoços, intensificou-se a atividade das DTEs, tomou corpo o reconhecimento da sociedade nacional ao Clube de Engenharia e ficou flagrante — em jornais, rádios e TVs — a constante participação da Diretoria e da Presidência nas discussões de interesse do estado e do país. Muitas delas com a participação de autoridades de governo e lideranças representativas da ciência, da tecnologia e das empresas públicas e privadas nacionais.
É evidente que no afã de vencer eleitoralmente pode-se cometer equívocos. Mas, utilizar como plataforma de campanha o recurso de desfigurar os bons resultados alcançados pelos eventuais adversários parece ser uma estratégia (!) inconveniente. Primeiro, porque não abre perspectivas de lucidez nos debates, isto é, bloqueia o exercício dialético. Segundo, porque traz dificuldades à tentativa de trabalhar juntos no futuro que sobrevier às eleições, o sonho da tão propalada “união”. Uma pena...
O resultado das eleições mostrará se é correta a minha visão. Se a Chapa Clube de Engenharia Unido vitoriar-se — como espero — ficará demonstrada a validade do meu senso. Será o resultado da aprovação da atual gestão, a manifestação da maioria dos associados confirmando que os rumos foram, de fato, mudados em 2009. A contrapartida deste reconhecimento será o Clube Mais Unido, de braços abertos, engrandecido.
Definitivamente, um Clube de Engenharia que não se desviará dos rumos já corrigidos, onde a plena atuação de seus dirigentes e conselheiros continuará honrando essa longa e vitoriosa caminhada de seus 130 anos agora comemorados. Quiçá, seja assim o resultado...
Edson Monteiro é Membro do Conselho Diretor do Clube de Engenharia.
DECLARAÇÃO
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Por que eu Voto Chapa Clube de Engenharia Unido?

"Apoio a Chapa Clube de Engenharia Unido pelo que ela está realizando, em menos de um ano de gestão, sob a liderança de Francis Bogossian. Nos dá orgulho ver o Clube, novamente, ocupando a mídia, após muitos anos, em defesa da Engenharia Nacional. Grandes debates têm ocorrido em nossa entidade, envolvendo o Pré-sal, as políticas urbanas para o Rio de Janeiro, e as políticas tecnológicas e industriais para o Brasil. "
Engenheiro Cláudio Wilson Nóbrega
Ex- Diretor Técnico do Clube de Engenharia
Coordenador da Petrobras
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Por que eu Voto Chapa Clube de Engenharia Unido?
realidade do país e das pessoas."
Eng. e Professor Djalma P Pessôa
DEC e DEN desde 1989
Ex-Conselheiro do IBAPE-RJ
Por que eu Voto Chapa Clube de Engenharia Unido?
Por que eu Voto Chapa Clube de Engenharia Unido?

"Não tenho a menor dúvida sobre a necessidade de iniciarmos um processo que dará continuidade à vitória de 2009, elegendo para o Conselho Diretor em 2010 e nos anos seguintes uma maioria absoluta de candidatos da Chapa Clube de Engenharia Unido. Só assim preponderará a transparência e os bons hábitos de comportamento e ação no Clube."
Olavo Cabral Ramos F.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Por que eu Voto Chapa Clube de Engenharia Unido?

Colega do Clube de Engenharia:
Na oportunidade das eleições de 2010, estou dirigindo esta mensagem a você para que conheça os nossos candidatos da Chapa Clube de Engenharia Unido. No Conselho Diretor serão presenças assíduas na apresentação de propostas e nos debates de temas dos mais relevantes para o País, para a engenharia, a valorização do engenheiro e o fortalecimento do Clube, que em dezembro comemora seus 130 anos de fundação.
No plano político, em todos os níveis de Governo, estarão influindo para a concretização de projetos de engenharia e de natureza socioeconômica e ambiental. Temas como preservação da soberania e defesa dos interesses nacionais são naturalmente considerados como cláusulas pétreas.
Ao examinar os perfis de nossos companheiros, identifica-se de pronto a salutar pluralidade de convicções, de idéias e de experiências. Cada qual agregando forças e formando um todo unido e coeso. Sobretudo unido, exatamente assim como a Chapa Clube de Engenharia Unido. Conto com você, com o seu apoio e em especial com o seu voto de confiança. Um abraço agradecido do Oscar Boechat.
Por que eu Voto Chapa Clube de Engenharia Unido?

Por que eu Voto Chapa Clube de Engenharia Unido?

Por que eu Voto Chapa Clube de Engenharia Unido?

sexta-feira, 6 de agosto de 2010
A VERDADE ORIENTARÁ A DECISÃO QUE CABE AOS SÓCIOS

Edson Monteiro*
Embora pareça uma tarefa simples, não é fácil preparar um Programa de Trabalho que seja base de um compromisso eleitoral. É por esta razão que os planejadores de Campanhas Eleitorais adotam o máximo rigor naquilo que será apresentado como objetivo das candidaturas.
No caso do Clube de Engenharia, a chapa eventualmente interligada aos dirigentes elege um Programa supostamente conservador. Mesmo que suas propostas contenham espírito de vanguarda, qualquer grupo que lhe seja adversário as vê como pretexto para a simples continuação no poder.
Em casos assim, qualquer adversário fala em mudanças na condução dos destinos da Associação. É normal — e justo — que seja assim.
Contudo, é intolerável que grupos adversários proponham como mudança um “retorno aos antigos rumos”. E por quê? Pelo simples fato de que tais mencionados rumos — aqueles praticados no passado — foram declarados, na verdade das urnas de um pleito recente, fator de descontentamento da maioria dos associados.
Ainda assim, por respeito à tolerância, admitamos a validade daquele discurso propositivo, supondo que os vencedores recentes possam ter decepcionado à maioria que neles confiou. É possível tal ocorrência, do que decorreria a validade da reação.
Trazendo esses conceitos às eleições de agosto no Clube de Engenharia, resulta que a tal tolerância não tem, aqui, o menor sentido. Basta atentar para os registros da mídia do Clube e externa para constatar que, em lugar de decepcionar seus eleitores, a Direção da Associação esteja se superando no atendimento aos seus compromissos. Qualquer membro do quadro social do Clube, terá dificuldades na tentativa de contra-argumentação.
O Clube, considerados os últimos 50 anos, jamais esteve no caminho honroso de segmento da sociedade civil voltado pró-ativamente ao interesse da engenharia e dos engenheiros, cioso de que tal atitude é essencial ao futuro da Nação.
A Chapa CLUBE DE ENGENHARIA UNIDO é definitivamente contrária à volta aos antigos rumos, mas entende caber aos associados do Clube a decisão: Ou prosseguir nesse caminho de conquistas, trabalhando arduamente as discussões dos temas nacionais ou retornar ao que havia antes, um desfilar de homenagens e palestras honoríficas do tipo “chapa branca”, ótimas para o prestígio pessoal — no mínimo —, mas inócuas aos propósitos dos brasileiros fundadores do centenário Clube. Que prevaleça a verdade!
*Edson Monteiro é membro do Conselho Diretor do Clube de Engenharia.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Chapa Clube de Engenharia Unido esteve presente no Ato em Defesa da Engenharia Brasileira e da Empresa Genuinamente Nacional
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
"Francis Bogossian representa esta missão, por isto apoiamos a chapa Clube de Engenharia Unido."

Prezados Colegas,
O Clube de Engenharia, é secular instituição representativa do estratégico setor de tecnologia e Engenharia, mantém compromissos históricos de inegáveis contribuições.
Os Engenheiros e a Engenharia são os verdadeiros protagonistas da construção de um “Novo Mundo”.
O Brasil ingressa num dinâmico processo de modernização inscrito na conjuntura do reordenamento geopolítico do mundo. Esta matriz reúne fatores, entre eles, crescimento e concentração demográfica e suas demandas, economia globalizada, afetações ambientais, exacerbação da demanda energética e de infraestrutura, gestão do lixo, efluentes, dejetos, emanações, sobras, etc, e ainda de todos os surpreendentes resultados dos avanços C&T e da própria Engenharia. Caminho sem volta, ou participamos ou seremos alijados. Como Nação e Sociedade temos que nos projetar à frente, ocupar espaços vitais, “queimar” etapas. Francis Bogossian representa esta missão, por isto apoiamos a chapa Clube de Engenharia Unido.
A Terra ficou pequena, boa parte dos seus habitantes não se deram conta da rapidez da mudança e escala do Paradigma da Sociedade da Informação e do Conhecimento, não percebem com clareza a dimensão dos problemas que todos enfrentaremos. Os acontecimentos, em especial, do final de década 2010 nos levam inexoravelmente a refletir. Todos desejamos e renovamos esperanças num Mundo melhor, justo e generoso. Sem guerras, confrontos, conflitos, sem holocaustos, sem degradações e destruições ambientais, onde todos possam celebrar a dádiva da grandeza da vida. Podemos afirmar que a humanidade encontra-se num ponto de inflexão. Foi surpreendida por avassalador desenvolvimento científico e tecnológico e pelos produtos que dele emergem, na forma de novos materiais, produtos, bens e serviços. Os resultados afetam e alteram as relações entre as pessoas, entre as instituições, organizações, empresas, entre os países e muda as feições do planeta, e para isto consume as fontes de energia ao descuido do uso racional e criando lixos e poluição que tendem ao inadiministrável. Os indicadores mostram que estamos numa rota irreversível que alimenta um perverso quadro de crescentes assimetrias entre os detentores e aplicadores dos conhecimentos e os retardatários, os subdesenvolvidos e até mesmo os ditos emergentes. Os que não conseguirem avançar nesta escalada dadas as suas imensas dificuldades terão destino incerto. Em menos de meio século, a população do planeta dobrou e os recursos naturais finitos, identificamos que são insuficientes para garantir para todo, o estágio alcançado por alguns. Define-se um absurdo quadro de desigualdades, com forte potencial para a geração de conflitos, confrontos e guerras pela sobrevivência de determinadas nações, Neste cenário, a busca por fontes seguras de suprimentos e de energia e conseqüentes passivos. Recentemente, reunidos em Copenhagem os líderes dos países não conseguiram mudar o ritmo do planeta, não conseguiram determinar como atenuar ou reduzir a poluição, os lixos, a destruição da biodiversidade, parar o aquecimento global, mitigar a miséria, a fome, a falta d´água potável e as doenças, que afligem mais de um bilhão de seres humanos com vaticínio de permanecerem submetidos a sofrimentos desumanos. Todos estes temas estiveram presentes nos discursos, mas só nos discursos. Na prática, os modestos avanços estão muito aquém das verdadeiras demandas. Prevalece ainda o jogo dos interesses segmentados, imperam os retardamentos e as políticas de imposição de barreiras internas e externas. Permanecemos muito longe do consenso e do início de ações conseqüentes. O frágil documento de encerramento relega o almejado conserto dos desatinos cometidos no século anterior e o contingenciamento de novos e incrementados, com prejuízo à vida, a uma nova espera e a inexoráveis agravamentos. Brincam com o destino da Humanidade. Os acontecimentos que nos surpreendem a cada dia requerem ações que só o uso intensivo de Tecnologia e Engenharia podem equacionar e resolver. As informações trafegam na WEB e as desculpas esvanecem-se no cyber-espaço. Cada coisa, praticamente todas as coisas podem ser monitoradas por meio de famílias de sensores diretos e indiretos, instalados onde necessário, na terra, no mar, em aeronaves e satélites. A Engenharia de computação dissemina-se e torna-se ferramenta de auxílio insubstituível com superação diária de velocidade de processamento e tratamento de dados, informações e armazenamento. Adentramos 2010 com novas e ampliadas obrigações. Dispomos da capacidade para interagir local , regional,nacional e planetariamente em tempo real, podemos nos reunir digitalmente para analisar, criticar e melhorar.
Concluímos: Aos Engenheiros SEMPRE está destinado um papel sem precedentes na História. A Engenharia é a forma prática de empreender e inovar, construir soluções tempestivas com responsabilidade técnica, econômica, cívico-social e político-ambiental.
Paulo Bancovsky
Engenheiro Civil
sexta-feira, 30 de julho de 2010
O Clube de Engenharia se Engrandece e Avança ainda mais Unido
É com respeito, alegria, união, competência, compromisso e preocupados com a Renovação do Clube de Engenharia que apresentamos nosso programa no Almoço do Mês de Julho dessa entidade que há 130 anos acolhe a Engenharia Nacional.



